- Doação a ordem dos Hospitalários das terras da margem direita do Tejo-Guidintesta-Castelo Belver
A necessidade sentida de assegurar que as arremetidas dos sarracenos na fronteira sul do território não afectassem as povoações de "aquém Tejo" anteriormente conquistadas e herdadas d
e seu pai D. Afonso Henriques e, por outro lado, de continuar a reconquista aumentando o reino.
As consequências desastrosas da invasão em 1190 fez recuar a fronteira meridional até à Linha do Tejo, com excepção de Évora. Este castelo estava inserido na linha defensiva do Tejo contra as investidas muçulmanas, desempenhando um papel importante neste contexto
À Ordem do Hospital de S. João de Jerusalém, na pessoa do seu Prior Afonso Paes, D. Sancho I faz doação das "Terras de Guidintesta", em 13 de Junho de 1194, concedendo-lhe que edificasse um Castelo a que o próprio doador impôs que se desse o nome de Belver por considerar o local formosíssimo.
Julga-se que o castelo terá sido ocupado pelos cavaleiros da Ordem antes mesmo da sua conclusão, em 1212.
Créditos : O Historiador do GTL Belver Dr. Luís Filipe Dias

As consequências desastrosas da invasão em 1190 fez recuar a fronteira meridional até à Linha do Tejo, com excepção de Évora. Este castelo estava inserido na linha defensiva do Tejo contra as investidas muçulmanas, desempenhando um papel importante neste contexto
À Ordem do Hospital de S. João de Jerusalém, na pessoa do seu Prior Afonso Paes, D. Sancho I faz doação das "Terras de Guidintesta", em 13 de Junho de 1194, concedendo-lhe que edificasse um Castelo a que o próprio doador impôs que se desse o nome de Belver por considerar o local formosíssimo.
Julga-se que o castelo terá sido ocupado pelos cavaleiros da Ordem antes mesmo da sua conclusão, em 1212.
Créditos : O Historiador do GTL Belver Dr. Luís Filipe Dias
- Doação à Ordem de Santiago (espatários) o edifício de Santos-o-Velho, junto a Lisboa.
Esta propriedade da herança pessoal do rei D.Sancho era constituída por uma herdade com casa e
mandada construir por D.Afonso Henriques em memória de três pequenos mártires Veríssimo, Máximo e Júlia, cuja relíquias eram ali guardadas.
Esta propriedade viria a servir de Mosteiro à Ordem e aos seus frades e mais tarde paço real de D.Manuel I é agora o palácio da embaixada francesa

Esta propriedade viria a servir de Mosteiro à Ordem e aos seus frades e mais tarde paço real de D.Manuel I é agora o palácio da embaixada francesa
- Concedido foral a Pontével
A fundação de Pontével é muito antiga, anterior á da nacionalidade, começa a constar na documentação régia logo a partir de Dom Afonso Henriques, mas, sobretudo, de Dom Sancho I, que lhe concede o primeiro foral, mais tarde confirmado por Dom Afonso II.
Assegurar o povoamento de zonas limítrofes de posições importantes, como era o caso de Pontével relativamente a Santarém.
Daí que o Rei doasse estas terras aos Francos de Vila Verde,.
Assegurar o povoamento de zonas limítrofes de posições importantes, como era o caso de Pontével relativamente a Santarém.
Daí que o Rei doasse estas terras aos Francos de Vila Verde,.
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